8 de maio de 2017

O amanho da memória – por Wagner Schadeck

O amanho da memória – por Wagner Schadeck

A poesia luso-brasileira possui três mestres incontestáveis: Gonçalves Dias, António Nobre e Manuel Bandeira. Nestes poetas sui generisencontramos um rico armazém de formas e recursos poéticos, a que qualquer jovem pode acessar tanto para se formar culturalmente quanto para beber o vinho do espírito. Poetas singulares, como eles, não forma epígonos, mas herdeiros. A partilha dessa herança inesgotável e sua manutenção é um imperativo poético, sobretudo, numa nação, como a […]

6 de maio de 2017

Machado de Assis é maior que Dickens, Balzac e Eça de Queiroz, diz crítico e escritor espanhol

Escritor e crítico espanhol, Antonio Maura acredita que Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908), o grande gênio da literatura brasileira, não foi devidamente valorizado pela crítica e mereceria ser reconhecido como um dos melhores escritores do século XIX. “Acho que Machado é um dos grandes nomes do século XIX. Não acredito que se compare nem a [Charles] Dickens, [Honoré de] Balzac, Eça de Queiroz ou ao nosso [Benito Pérez] Galdós. […]