17 de abril de 2018

Trabalho leve não dá direito a segundo prato

O Marinheiro Tocado Pelo Vento

Por acaso o vento que me sopra do norte é o mesmo vento que me sopra do sul?, demonstrando que, ao contrário do que se mostraram minhas expectativas, não são todos os ventos distintos e sim todos os ventos apenas um? São as marés oceânicas que movem um navio das Américas à África as mesmas que movem as embarcações chinesas aos arquipélagos da Oceania? São os ventos o assobio de […]

10 de abril de 2018

Kenga 1

Kenga

Por onde será que anda ela? A megera do fim de tarde. Que de lutas e pelejas carnais possui sua pele macia suada. Por onde será que anda ela? A prostituta assexuada. Sempre alheia, paralela, indiferente… Mas dentre as mulheres a mais procurada Por onde será que ela anda? A amante da poligamia. Aquela que está sempre disposta a jurar três diferentes amores eternos por dia. Ah, por onde será […]

4 de abril de 2018

Batom vermelho

Batom vermelho

Tua boca, maçã Fruto proibido Sou anjo caído

28 de março de 2018

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Moldura

“Minha alma bateu com força em meu corpo, pelo lado de dentro, moldando-o.   O formato que ele tem é, então, o mais próximo que ela conseguiu chegar de você.”

27 de março de 2018

Orgia Astral

Orgia Astral

Tapem ozolhos das crianças, Para que não leiam tais perversões: Todazas masturbações divinas Por parte de deuses ou deusas Dão origens aos cosmos Com suas galáxias, constelações iestrelas E corpos sem brilho algum ou uma super nova prestes a se dissipar Prostituem-se por um pouco de luz (SEMPRE há estrelas dispostas a pagar) Cada um desses cometas errantes procura alguma coisa para se chocar. Todo satélite se apaixona por um […]

21 de março de 2018

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[Quarta Poética] Pedras de dentro

“Ando pela minha beirada Tentando não ver nada Do que há em mim. Não me questiono. Ponho-me num trono. Mas em meu interior Há mais em que tropeçar Do que se eu fosse Lá fora caminhar.”     Leia outros textos da série #QuartaPoética clicando aqui.

18 de março de 2018

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O fim das amarras, rap do Thiago Damin

Ninguém se importa com a cidade Falta cumplicidade Quem se importa ainda salva simplicidade Muita vaidade e a idade é acessório de maquiagem Por imagem, status, dinheiro e fama Reconhecimento que acaba quando Levantam da cama A cabeça doendo, a alma corrompida E eu vou desenvolvendo junto com a batida E falando em batida Mais um boy bateu o carro na avenida A mil por hora sem pensar e matou […]

28 de fevereiro de 2018

VI

[poesia] VI

Vi Vi e soube que estava ali apenas para que eu me deleitasse. Nem longe, Nem perto, À vista. Sem se importar Sem dar a mínima À parte # Vi Vi, e soube que estava ali apenas como uma oportunidade. Paralelo, Poético, Uma arte. Alheio à minha necessidade # Eu vi Vi, e percebi que estava ali apenas para que eu adorasse. (in?)Disponível, Visível, De verdade. Meu. Até que eu […]

21 de janeiro de 2018

Canção de Valhalla

Canção de Valhalla

“Já vem escuridão e trevas, e devemos cavalgar Para Valhalla, para o salão sagrado.” Edda Poética, “Hyndluljóð” Cantaremos na noite a canção de Odin, Neste evento bélico das nossas vidas: Feridas profundas em almas perdidas, Eternos banquetes, batalhas sem fim! Avante guerreiros! morramos assim: Fúria destemida e cabeças erguidas, Pois as mais sublimes honras e bebidas Nos aguardam no mais divino festim! Guiados pelas Valquírias na frieza Do norte mais […]

16 de janeiro de 2018

Suco de Laranja

Suco de Laranja

Da laranja, esse suco E a laranja é do pomar. É da fazenda, o pomar E de Manhumirim, a Fazenda Santa Lúcia Procure no Google Maps. De Minas Gerais, Manhumirim, Do Brasil, Minas. Da Terra, o Brasil; Do sistema solar, a Terra. Da Via Láctea, o Sol. Do Universo, as galáxias. E do Universo… Do Universo?, o Mistério Sem atual perspectiva Sem invencionice, sem deuses. Só sua (E)existência, E é […]