[Quarta Poética] O fantasma da Ópera
Nas profundezas duma ópera sombria Morava um ser medonho, porém talentoso, Que enlevava com seu almo canto harmonioso, Em suas notas doces de melancolia; Olhos doirados, face obscura e doentia, Ele vagava no anoitecer silencioso, Languidamente, envolto em manto tenebroso, Disseminando sua pérfida magia. O malfadado só sonhava ser amado, Afinal, nem seu pai nem […]
[Quarta Poética] Beijo burocrático
Foram se perdendo na vivência Disseram o que convém Intimidade cheia de ausência “Eu te amo.” “Eu também.” Do desejo ao meu hálito Burocrático beijo virou hábito Leia outros textos da Quarta Poética clicando aqui
