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Canção de Valhalla

Canção de Valhalla

“Já vem escuridão e trevas, e devemos cavalgar Para Valhalla, para o salão sagrado.” Edda Poética, “Hyndluljóð” Cantaremos na noite a canção de Odin, Neste evento bélico das nossas vidas: Feridas profundas em almas perdidas, Eternos banquetes, batalhas sem fim! Avante guerreiros! morramos assim: Fúria destemida e cabeças erguidas, Pois as mais sublimes honras e […]

Suco de Laranja

Suco de Laranja

Da laranja, esse suco E a laranja é do pomar. É da fazenda, o pomar E de Manhumirim, a Fazenda Santa Lúcia Procure no Google Maps. De Minas Gerais, Manhumirim, Do Brasil, Minas. Da Terra, o Brasil; Do sistema solar, a Terra. Da Via Láctea, o Sol. Do Universo, as galáxias. E do Universo… Do […]

O vale de carícias

Restos do ontem na carne de hoje Desejo que estende-se onde há saudade Carícias que jazem no vale Cavado pela tua potência produtora de paixão     Confira outros textos poéticos no site clicando aqui.

31 poemas de Drummond musicados por Belchior para celebrar o seu aniversário

No disco “As várias caras de Drummond”, Belchior homenageia o Drummond, musicando 31 de seus poemas. “Em entrevista concedida ao Jornal do Brasil em julho de 1987, um Carlos Drummond de Andrade abatido e desesperançoso declarou acreditar que seria esquecido tão logo nos deixasse. Dezessete dias depois ele nos deixou. Mas, ao que tudo indica, […]

Choro

Eu choro bastante. As flores, os sentimentos. Gestos-delícia. As melodias também. A vida aglomera-se em meus olhos. Minhas lágrimas são gotas de beleza. Eu choro bastante. As mortes, as dores, a violência. A indiferença também. Tristeza decompositora. O desamor pesa em meu olhar. Tanto peso faz ele suar, gotejar. Minhas lágrimas são marcas de cansaço […]

Desplugando-me

Desplugando-me

Desplugou-se os cabos e descobri um mundo real Conectei-me ao universo do beijo e do abraço, sem máscaras, nem embaraços. Minha vida não é mais um status.

Retenção

Já nem suor lacrimejas. Orgulha-te, então, de quê? Do afeto que não transpiras?

Um dedo de prosa in natura

Um dedo de prosa in natura

Terra quente Umedecida O que queres em mim fertilizar?   Púrpura Aurora É chegada a hora. Chama flamejante Por que estou a vacilar?   Anseio de libertação Um nó de provocação Que fio de Ariadne está a me apertar?

Fome de Modernidade

Fome de Modernidade

Vi na geada o branco sideral queimar o verde pasto Campos inteiros antes férteis não deram uma semente Trabalhadores da terra apesar seguiram em frente Fazendo jus – e com muito carinho – ao tempo gasto   Lavoura linda enfeitada com chapéu foi extinta O que antes estava confirmado a milhares de sacas Pelas paisagens […]