A linguagem feminina Lispectoriana
Acordo às oito aos sábados e saco sonolenta de minha prateleira bagunçada o livro mágico de contos de Clarice Lispector. Busco dar objetivo concreto ao meu vago olhar matinal, que desdenha do que vê na concretude e, assim, solicita com ares de disparate as linhas tortas da gigante autora brasileira. Sentamo-nos então, eu e ela,…

