Silêncio.
Onde a palavra nasce e depois morre.
Tobogã onde toda sílaba escorre.
Um nada antes e outro depois.
Uma ausência final diferente.
No começo não se existe.
No fim, sobra-se na memória (túmulo vivo) que carregam da gente.
Antes da chegada, o desconhecido.
Partido, entre outros distribuído, até, com (ou sem?) sorte, ser esquecido e oferecido à morte.
Que a palavra final me condene a mim.
E demore assim.
Silêncio.





![[Hora do Enem] Normas de concordância e uso dos porquês](https://recortelirico.com.br/wp-content/uploads/2017/11/normas-de-concordancia-e-uso-dos-porques.png)





















