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Os 5 maiores nomes do cordel brasileiro

Nada gera mais pertencimento cultural, para os nordestinos, do que a Literatura de Cordel. Sua importância na educação e propagação de um movimento cultural intrinsicamente

Os 5 maiores nomes do cordel brasileiro

Nada gera mais pertencimento cultural, para os nordestinos, do que a Literatura de Cordel. Sua importância na educação e propagação de um movimento cultural intrinsicamente popular tem se mantido vivo a duras penas. Entretanto, é nosso dever, hoje e sempre, fomentar essa expressão popular. Por esse motivo, separamos uma lista maravilhosa com os 5 maiores nomes do Cordel Brasileiro:

Apolônio Alves dos Santos

Apolônio Alves dos Santos

Natural de Guarabira, PB, transferiu-se para o Rio de Janeiro no ano de 1950, onde exerceu a profissão de pedreiro, até viver da sua poesia. Seu primeiro folheto foi “MARIA CARA DE PAU E O PRÍNCIPE GREGORIANO”, publicado ainda em Guarabira.  

Faleceu em 1998, em Campina Grande, na Paraíba, deixando aproximadamente 120 folhetos publicados e acreditando ser o folheto “EPITÁCIO E MARINA”, o mais importante da sua carreira de poeta cordelista.

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Arievaldo Viana Lima

Poeta popular, radialista e publicitário, nasceu em Fazenda Ouro Preto, Quixeramobim-CE, aos 18 de setembro de 1967. Desde criança exercita sua verve poética, mas só começou a publicar seus folhetos em 1989, quando lançou, juntamente com o poeta Pedro Paulo Paulino, uma caixa com 10 títulos chamada Coleção Cancão de Fogo.

Os 5 maiores nomes do cordel brasileiro
Arievaldo Viana Lima

É o criador do Projeto ACORDA CORDEL na Sala de Aula, que utiliza a poesia popular na alfabetização de jovens e adultos. Em 2000, foi eleito membro da ABLC, na qual ocupa a cadeira de nº 40, patronímica de João Melchíades Ferreira. Tem cerca de 50 folhetos e dois livros públicados: O Baú da Gaiatice e São Francisco de Canindé na Literatura de Cordel.

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Cego Aderaldo

Cego Aderaldo

Cantador famoso, voz excelente, veia política apreciável. Era um dos mais inspirados de quantos que existiram nos sertões do Ceará. “Aderaldo Ferreira Araújo” era seu verdadeiro nome. Nasceu no Crato, viveu em Quixadá e morreu em Fortaleza, beirando os 90 anos, em 1967. Tomou parte em cantorias que marcaram épocas. Os versos que escreveu são lidos e conhecido em todo o Brasil.

Elias A. de Carvalho

Pernambucano de Timbaúba, além de poeta, que com tanto entusiasmo contou e cantou as coisas do seu estado e do Brasil, foi também emérito sanfoneiro, repentista e versejador, sendo intensa a sua atividade, sem prejuízo para a profissão de enfermeiro, na qual era diplomado.

Trabalhou no sanatório Alcides Carneiro, em Corrêas, na cidade de Petrópolis, estado do Rio de Janeiro, ligação que lhe permitiu preparar um importante trabalho intitulado “O ABC do corpo humano”, entre os tantos outros que escreveu ao longo de sua vida.

Expedito Sebastião da Silva

Expedito Sebastião da Silva

Expedito Sebastião da Silva nasceu em Juazeiro do Norte, Ceará, em 20 de janeiro de 1928 (dia de São Sebastião) e viveu toda a sua vida na terra do Padre Cícero, até falecer no dia 8 de agosto de 1997. Além de bom poeta, foi tipógrafo e revisor da gráfica de José Bernardo da Silva, tendo assumido, com a morte deste, a gerência da Tipografia São Francisco, rebatizada nos anos 70 como Literatura de Cordel José Bernardo da Silva e posteriormente como Lira Nordestina, como é conhecida até hoje.

De origem camponesa, conseguiu frequentar a escola, chegando a concluir a quarta série ginasial. Durante os anos escolares começou a rascunhar seus primeiros poemas, o que acabou chamando a atenção de José Bernardo da Silva, o grande editor de Juazeiro. Seu primeiro folheto, intitulado “A moça que depois de morta dançou em São Paulo”, data de 1948. Cuidadoso com a rima e, principalmente, com a métrica, Expedito costumava revisar a obra de outros poetas que também imprimiam seus folhetos na Lira Nordestina.


Sancionada Lei no Rio de Janeiro que fomenta a Literatura de Cordel:

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7 anos atrás

[…] em 2017, o texto mais lido do ano foi Os cinco maiores nomes do cordel brasileiro, somando 6.122 visualizações totais. Publicado em 2017, o texto está próximo de alcançar o […]

Rosa Amélia da Silva
Rosa Amélia da Silva
5 anos atrás

Muito boa publicação, sabe-se pouco sobre a literatura de cordel e menos ainda ,sobre seus autores.

Marcos Fernandes
Marcos Fernandes
2 anos atrás

Cego Aderaldo não era cordelista. Era, como o texto indica, cantador. Essa confusão é comum, apesar de haver entre a cantoria e a poesia de bancada uma grande diferença.

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