Por onde? – Quarta Poética
Perco-me em mim à procura de ti
Minh’alma com seus passos
Do Amor junta os pedaços
Buscando uma direção que a faça
Crer num caminho além da perdição
Perco-me em mim à procura de ti
Minh’alma com seus passos
Do Amor junta os pedaços
Buscando uma direção que a faça
Crer num caminho além da perdição
Redação do Recorte Lírico. Contato por email: [email protected]
Instagram: @recortelirico
Anúncio Alma errante. Encontrei miragens no deserto. Fui errado, fui certo. Anúncio Desisti, sumi. Joguei-me para fora do jogo. Anúncio Busco as cartas para voltar à superfície, a despeito da melancolia de ter de tomar a água inexistente nessas terras para sobreviver. Li num papiro as rotas dos antigos desbravadores. Quantos perderam-se nestas areias. Eu,…

Anúncio Viver é sofrer, sofrer é amar, Amar é viver verdadeiramente. Morrer sem numa vida amar o amar Anúncio Não é viver, é existir brevemente. Anúncio Se não amas, não sonhas; e sonhar É não findar, é ser perenemente. Não sonhar é não sentir, não chorar; É se arrepender quiçá eternamente. Ama o amor e escalda…

Anúncio “Ando pela minha beirada Tentando não ver nada Do que há em mim. Não me questiono. Ponho-me num trono. Mas em meu interior Há mais em que tropeçar Do que se eu fosse Lá fora caminhar.” Leia outros textos da série #QuartaPoética clicando aqui. Anúncio

Anúncio Fugiste exatamente de quê? Do repousar teus olhos sobre a minha boca? Da proximidade entre os dois corpos? Da confusão entre o pensar e o sentir? Anúncio Até hoje me choca não a falta de amor, Anúncio mas o falsete do não no ressoar do sim. Confira outros textos da Milene Lunes no…

Anúncio Mar denso de azul e preto abarcando imensidão. Anúncio Espumas Anúncio lâminas noturnas submundo de arrebentação. Garras vingativas porque me olham assim tão altivas diante de tamanha humilhação? Liquidez Soberana tenha piedade desta alma iniciada, mas ainda ancorada entre veludos e paetês. Hesitante te peço outra chance para conduzir águas…

Anúncio Silêncio. Onde a palavra nasce e depois morre. Tobogã onde toda sílaba escorre. Um nada antes e outro depois. Uma ausência final diferente. No começo não se existe. No fim, sobra-se na memória (túmulo vivo) que carregam da gente. Antes da chegada, o desconhecido. Partido, entre outros distribuído, até, com (ou sem?) sorte, ser…

Anúncio Desplugou-se os cabos e descobri um mundo real Conectei-me ao universo Anúncio do beijo e do abraço, sem máscaras, nem embaraços. Anúncio Minha vida não é mais um status. Anúncio

Anúncio Descarte – Milene Lunes Não posso aceitar este amor cartesiano Anúncio de criança ressentida que tudo duvida Anúncio menos do próprio pensamento. Leia outros textos da #QuartaPoética clicando aqui. Anúncio
Anúncio Esta parede está cheia de infiltração Deve ter absorvido O que vazou do meu coração Anúncio Anúncio