Um vínculo (des)necessário
Versado em sentido
deixaste cativo
o vínculo de um mal atuado.
A coragem que se ausentou do encontro
foi a mesma que não compareceu ao desenlace.
Foi na via escorregadia
de tua impropriedade
que o sentido se perdeu.

Versado em sentido
deixaste cativo
o vínculo de um mal atuado.
A coragem que se ausentou do encontro
foi a mesma que não compareceu ao desenlace.
Foi na via escorregadia
de tua impropriedade
que o sentido se perdeu.
Redação do Recorte Lírico. Contato por email: [email protected]
Instagram: @recortelirico
Anúncio Cada vez que o mundo doía, Uma poesia. Foram tantas as vezes. Sofri tantas lágrimas, solidões e meses, Que não há nada agora que me defina, A não ser esta espessa e pesada rima Que incomoda mais a cada dia. Anúncio Leia outros textos da Quarta Poética. Anúncio

Anúncio MORTE E VIDA SEVERINA O filme Morte e vida severina, lançado junto com Quincas Berro D’água, no ano de 1977, com direção de Walter Avancini, traz algumas novidades que o tornam estranho ao padrão Globo. A primeira inovação é a escolha de um texto poético para a adaptação, o que resultou em dificuldades e…

Anúncio Tapem ozolhos das crianças, Para que não leiam tais perversões: Anúncio Todazas masturbações divinas Por parte de deuses ou deusas Dão origens aos cosmos Com suas galáxias, constelações iestrelas E corpos sem brilho algum ou uma super nova prestes a se dissipar Prostituem-se por um pouco de luz (SEMPRE há estrelas dispostas a pagar)…

Anúncio Verônica Daniel Kobs Anúncio Levando em conta que os clip-poemas também são chamados simplesmente de vídeos ou, ainda, de videopoemas, faz-se necessária uma breve contextualização acerca desse formato. Conforme a pesquisadora Denise Guimarães, o videopoema começou a ganhar espaço “no Brasil e em Portugal, desde os anos 80, quando ocorrem algumas experiências pioneiras com…

Anúncio Abre-se o pano e aparece Segismunda, sentada à mesa de madeira escura, onde há uma rica ceia. Um único castiçal está aceso. Segismunda — Ai! Como dói por sobre o seioa finada ceia. Aceitai,ó mobílias: é o que perdurade quem lhes lavou; agora já não crê,não suporta os pesos mais. Não hásobre ti os…

Anúncio Não é fácil descrever em palavras o impacto que “Werther”, de Goethe, teve em minha vida. Quando li pela primeira vez essa obra-prima durante a faculdade de Letras, não tinha ideia de que essa leitura me marcaria de uma maneira tão profunda e duradoura. “Werther” é um livro que, em muitos aspectos, é difícil…
Anúncio Ninguém se importa com a cidade Falta cumplicidade Quem se importa ainda salva simplicidade Muita vaidade e a idade é acessório de maquiagem Por imagem, status, dinheiro e fama Reconhecimento que acaba quando Levantam da cama A cabeça doendo, a alma corrompida E eu vou desenvolvendo junto com a batida E falando em batida…
Anúncio Já nem suor lacrimejas. Anúncio Orgulha-te, então, de quê? Do afeto que não transpiras? Anúncio Anúncio

Anúncio Por onde será que anda ela? A megera do fim de tarde. Que de lutas e pelejas carnais possui sua pele macia suada. Por onde será que anda ela? A prostituta assexuada. Sempre alheia, paralela, indiferente… Mas dentre as mulheres a mais procurada Por onde será que ela anda? A amante da poligamia. Aquela…