Fim de semana, por Oberlan Rossetim
A imaginação é o sábado da razão.


A imaginação é o sábado da razão.

Redação do Recorte Lírico. Contato por email: [email protected]
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Anúncio Versado em sentido deixaste cativo o vínculo de um mal atuado. Anúncio A coragem que se ausentou do encontro Anúncio foi a mesma que não compareceu ao desenlace. Foi na via escorregadia de tua impropriedade que o sentido se perdeu. Anúncio

Anúncio Da laranja, esse suco E a laranja é do pomar. É da fazenda, o pomar E de Manhumirim, a Fazenda Santa Lúcia Procure no Google Maps. De Minas Gerais, Manhumirim, Do Brasil, Minas. Da Terra, o Brasil; Do sistema solar, a Terra. Da Via Láctea, o Sol. Do Universo, as galáxias. E do Universo……
Anúncio O Impossível protege os meus pés De chegarem mais perto da minha conclusão, Que seria em vão, Anúncio Não tivesse eu tirado os sapatos à entrada, Na minha Origem. Anúncio Concluo-me quando não estou disponível a interpretações. Anúncio

Anúncio Tapem ozolhos das crianças, Para que não leiam tais perversões: Todazas masturbações divinas Por parte de deuses ou deusas Dão origens aos cosmos Com suas galáxias, constelações iestrelas E corpos sem brilho algum ou uma super nova prestes a se dissipar Prostituem-se por um pouco de luz (SEMPRE há estrelas dispostas a pagar) Anúncio…

Anúncio “Já vem escuridão e trevas, e devemos cavalgar Para Valhalla, para o salão sagrado.” Edda Poética, “Hyndluljóð” Cantaremos na noite a canção de Odin, Neste evento bélico das nossas vidas: Feridas profundas em almas perdidas, Eternos banquetes, batalhas sem fim! Avante guerreiros! morramos assim: Fúria destemida e cabeças erguidas, Pois as mais sublimes honras…
Anúncio No disco “As várias caras de Drummond”, Belchior homenageia o Drummond, musicando 31 de seus poemas. “Em entrevista concedida ao Jornal do Brasil em julho de 1987, um Carlos Drummond de Andrade abatido e desesperançoso declarou acreditar que seria esquecido tão logo nos deixasse. Dezessete dias depois ele nos deixou. Mas, ao que tudo…

Anúncio André Maurois afirmou em seu último livro que, tendo sido leitor toda uma vida, quando “velho tirava das leituras as mesmas alegrias que na adolescência, e essa felicidade se torna mais viva se posso, no espaço de um artigo, dizer aos leitores, jovens e velhos, que me distinguem com sua amizade, os motivos de…
![[Wladimir Saldanha] Um facho de luz em meio à névoa](https://recortelirico.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Wladimir-Saldanha.jpg)
Anúncio O poeta baiano Wladimir Saldanha em seu novo livro — “Modos de romper a névoa” (Crítica) — lança nova luz ao ambiente poético de nosso tempo no Brasil. A crítica de poesia brasileira contemporânea se estende a autores que compreenderam o que o poeta-crítico intitulou de “underground estético“, conceito tomado de empréstimo ao último…

Anúncio Silêncio. Onde a palavra nasce e depois morre. Tobogã onde toda sílaba escorre. Um nada antes e outro depois. Uma ausência final diferente. No começo não se existe. No fim, sobra-se na memória (túmulo vivo) que carregam da gente. Antes da chegada, o desconhecido. Partido, entre outros distribuído, até, com (ou sem?) sorte, ser…