A FUNÇÃO DO TELEFONE NA CRIAÇÃO DO VIDEOTEXTO

Verônica Daniel Kobs Ao contrário do que se pensa o videotexto não foi desenvolvido a partir da TV. O teórico Júlio Plaza comenta a criação dessa mídiae explica que esse sistema “opera regularmente (desde o dia 15/12/82) na cidade de São Paulo, sob os cuidados da Telesp” (Plaza, 1983). Isso mesmo. Embora a imagem e […]
A TRANSMUTAÇÃO DO VÍRUS ZUMBI NAS SÉRIES ON-LINE

Desde o início do século XXI, assistimos à retomada e à ampliação da representação dos zumbis, nas mais diversas áreas de nossa sociedade. Diante desse novo panorama, é imprescindível buscarmos hipóteses que nos ajudem a entender esse fenômeno. De acordo com a revista Superinteressante: […] os atentados de 11 de setembro de 2001 podem estar […]
A literatura múltipla e analógica de S.¹

Verônica Daniel Kobs2 Neste artigo, analisaremos o livro S., de J. J. Abrams e Doug Dorst. Em plena era digital, essa obra literária mantém a preocupação com a relação intersemiótica e com a multimodalidade, mas privilegiando a mídia impressa. Com base nessa particularidade e sob a perspectiva do texto múltiplo, objetiva-se apresentar e discutir […]
Instante por instante

Quando pensamos em existencialismo, certamente lembramos de Dostoiévski (e literatura russa no geral), Sartre, Nietzsche, Kierkegaard. Pensamos em narrativas ou análises filosóficas complexas, às vezes tão difíceis que nos deixam com dor de cabeça ou com aquela sensação de que sabemos nada sobre nada. É natural para uma pessoa adulta, que muito provavelmente já passou […]
O novo gótico na sociedade contemporânea
Este trabalho relaciona o romance Drácula (1897), de Bram Stoker, às narrativas contemporâneas da literatura e do cinema, as quais fazem parte do que pode ser considerado como novo gótico. A partir de Drácula, obra precursora no mito do vampiro, personagem considerado um morto-vivo, são estudados o livro Memórias desmortas de Brás Cubas (2010), de […]
O público: Espectador e personagem na obra de Nelson Rodrigues – por Verônica Daniel Kobs
Profa. Dra. Verônica Daniel Kobs** O erotismo, na obra de Nelson Rodrigues, funcionava como principal agente da quebra de tabus, necessária para a transgressão das normas sociais, instalando, assim, o conflito que essas travam com o instinto: As opções de Nelson Rodrigues não foram as que então se esperavam. Crítica e público desapontavam-se com o […]
Dalton Trevisan e a literatura do contra, por Verônica Daniel Kobs
HISTÓRIAS DE DALTON Profa. Dra. Verônica Daniel Kobs¹ João e Maria: infelizes para sempre² Fazem parte da mitologia daltoniana os personagens João e Maria, que, apesar de serem nomeados, são gerais, anônimos, estereótipos que se enfrentam diariamente, na interminável guerra conjugal. Dalton Trevisan dessacraliza o casamento e revela a violência, as frustrações e a infelicidade […]