Um vínculo (des)necessário
Versado em sentido deixaste cativo o vínculo de um mal atuado. A coragem que se ausentou do encontro foi a mesma que não compareceu ao desenlace. Foi na via escorregadia de tua impropriedade que o sentido se perdeu.

Versado em sentido deixaste cativo o vínculo de um mal atuado. A coragem que se ausentou do encontro foi a mesma que não compareceu ao desenlace. Foi na via escorregadia de tua impropriedade que o sentido se perdeu.

Eu Açucena Aceno Desassossego Orvalho Entristecido… respingos, lampejos. Céu de Pensamentos não apagues aquela Estrela que incansavelmente iluminou-te Açucenas. não só os Temporais leves a Luz do Alvorecer estás comigo também assim… não só como Noite mas como Céu de Primavera nos tempos em que ainda eras o Sol a me aquecer….

A imaginação é o sábado da razão.
Sôfrego afundo No quão grande oceano Das palavras que me puxam Trôpego fujo Estão ao encalço, canso Minguam, murcham As forças ou quê? Já me afogaram Mas lá se vê O resgate, me elevam De novo, e de novo Não sou estorvo Escrevo, sim Pois não há de ser mais assim

risco um fósforo enquanto penso no texto que descansa na folha, tem alguma coisa nele que está fora do lugar, alguma descrição, talvez do bairro que o personagem visitou. digito no google o nome da rua: passo de foto em foto nenhuma me diz do cheiro que a noite tem ali, da cor…

Estou aos grilhões Norma, forma Para escrever Orna Esconde o que incomoda Engole o novo e A alternativa, afoga Estou aos grilhões Mas sou poeta E a poesia é que me liberta

Por Luciano Chaves Jr. Você sabia que todo movimento literário da tão linda, esplendorosa e magnífica literatura portuguesa é uma contraposição ao movimento anterior? Pois é. Agora, se cada um existiu por conta de um anterior, como se formou o primeiro? É sobre ele mesmo que falaremos aqui, meus amigos: o Trovadorismo. É no mínimo curioso…

“Eu levo o mundo como o mundo é, Graciano: um palco, onde cada homem tem o seu papel, e o meu é triste.” (William Shakespeare – Antônio a Graciano, in “O Mercador de Veneza” – Ato I, Cena I) Imagem: Reprodução A vida enquanto peça é uma das analogias mais fantásticas que o contato com…

O Paraná, apesar do modesto investimento em cultura por parte de seu Governo, é solo fértil de artistas, sobretudo na poesia. De Júlia da Costa a Paulo Leminski, a poesia paranaense – em âmbito nacional – ainda carece de reconhecimento. Nomes como Colombo de Sousa, Dario Vellozo e Walmor Marcelino perderam-se no tempo. Ademais, cabe citar a…