Vingança Apolínea
(Se acaso foi intenção vingar-te)
Contra quem arremessaste tuas flechas fatais?
Tolo, ao vingar-te da impossibilidade
de um passado perdeste a atualização de um amor possível.

(Se acaso foi intenção vingar-te)
Contra quem arremessaste tuas flechas fatais?
Tolo, ao vingar-te da impossibilidade
de um passado perdeste a atualização de um amor possível.
Redação do Recorte Lírico. Contato por email: [email protected]
Instagram: @recortelirico
Anúncio Foram se perdendo na vivência Disseram o que convém Intimidade cheia de ausência “Eu te amo.” “Eu também.” Do desejo ao meu hálito Burocrático beijo virou hábito Leia outros textos da Quarta Poética clicando aqui Anúncio

Anúncio Silêncio. Onde a palavra nasce e depois morre. Tobogã onde toda sílaba escorre. Um nada antes e outro depois. Uma ausência final diferente. No começo não se existe. No fim, sobra-se na memória (túmulo vivo) que carregam da gente. Antes da chegada, o desconhecido. Partido, entre outros distribuído, até, com (ou sem?) sorte, ser…

Anúncio Não era mais o tempo de dar frutos Quando o Senhor pediu maduros figos Para a figueira em folha e galhos brutos, E assim, então, tornaram-se inimigos. De praxe que o divino amaldiçoa – e isso já se vê desde os antigos – Aquele que ouve o Verbo e não entoa O canto que…
Anúncio Sôfrego afundo No quão grande oceano Das palavras que me puxam Anúncio Trôpego fujo Estão ao encalço, canso Anúncio Minguam, murcham As forças ou quê? Já me afogaram Mas lá se vê O resgate, me elevam De novo, e de novo Não sou estorvo Escrevo, sim Pois não há de ser mais assim Anúncio
Anúncio Cada vez que o mundo doía, Uma poesia. Foram tantas as vezes. Sofri tantas lágrimas, solidões e meses, Que não há nada agora que me defina, A não ser esta espessa e pesada rima Que incomoda mais a cada dia. Leia outros textos da Quarta Poética. Anúncio
![[Quarta Poética] A Cura](https://recortelirico.com.br/wp-content/uploads/2017/10/quarta-poetica-a-cura-768x1154.jpg)
Anúncio Necessito unir o que virou chaga Dor e desilusão cicatrizam a ferida Devo beber o sangue derramado E ver crescer meu Eu – a terra prometida. Vinho doce do cálice sagrado Venha a mim como prece proferida Derrama tua sede nesta alma atormentada Faz de mim guardiã da nova vida! Anúncio Confira outros…
Anúncio O Impossível protege os meus pés De chegarem mais perto da minha conclusão, Que seria em vão, Anúncio Não tivesse eu tirado os sapatos à entrada, Na minha Origem. Anúncio Concluo-me quando não estou disponível a interpretações. Anúncio
Anúncio A SENHA DA FRAQUEZA HUMANA O carro forte passa E leva a força das pessoas Anúncio Anúncio
Anúncio Um homem sem destino, indo por um caminho tranquilo, procurando e chamando por ele, enveredando uma busca por ilusões, farto de suas dúvidas, respirando ar puro, com seus olhos em chamas…dançantes, querendo ver sempre os pássaros que, como jardins, enchem a sua esperança. Um homem que cuida de sua alma, regando as flores de…