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Trending no Recorte Lírico

Imagem, palavra e quadrinização na Net Art de Olia Lialina

Imagem, palavra e quadrinização na Net Art de Olia Lialina 1

Este ensaio analisa a obra intitulada My boyfriend came back from the war. O texto foi publicado em 1996, mas até hoje pode ser acessado a partir do link:  <http://www.teleportacia.org/war/> (Fig. 1). Na sequência mostrada, embora o signo verbal dê início ao texto, as imagens predominam. Além disso, a fragmentação e a simultaneidade instalam-se gradativamente: […]

O metal-ópera do Sepultura

O metal-ópera do Sepultura 3

Na edição de 2022 do Rock in Rio, a banda Sepultura dividiu o palco com a Orquestra Sinfônica Brasileira e, em vez do longo solo de guitarra, o público foi presenteado com uma percussão de triângulo e tambores. A surpresa foi proposital, para acentuar a diferença, usando uma sonoridade totalmente oposta ao peso do metal. […]

Na batida do Jazz: Identidade, de Rebecca Hall

Na batida do Jazz: Identidade, de Rebecca Hall 4

Dirigido por Rebecca Hall, Identidade − ou Passing (EUA; UK; CA, 2021) − é uma adaptação do livro de Nella Larsen. A história se passa no Harlem, em 1920, e conta sobre duas amigas: Clare é uma negra que finge ser branca, casada com John, branco e rico; e Irene, negra, é casada com Brian, […]

Retrocedendo: as mídias e a cultura vintage – Parte 4

Retrocedendo: as mídias e a cultura vintage – Parte 4 5

Encerrando nossa viagem ao passado, hoje vamos tratar das mídias sonoras e de outras, isoladas, mas bastante usadas nas décadas de 1980 e 90. Naquela época, o disco de vinil era muito comum. O primeiro LP (Long Player) que comprei para chamar de meu foi Seu Espião, da banda nacional Kid Abelha e Os Abóboras […]

Retrocedendo: as mídias e a Cultura Vintage – Parte 3

Retrocedendo: as mídias e a Cultura Vintage – Parte 3 6

Continuando nosso resgate às mídias do passado, nosso tema de hoje nos leva ao universo da foto, do vídeo e da TV, além de outras mídias isoladas. Começando pela fotografia, a Polaroid com certeza fez história. O que impressionava era a instantaneidade da foto. Bastava apertar o botão, esperar uns dois ou três segundos e […]

Retrocedendo: as mídias e a cultura vintage – Parte 2

Retrocedendo: as mídias e a cultura vintage – Parte 2 7

Dando continuidade à nossa série sobre as mídias e a cultura vintage, hoje vamos tratar do telefone: tipos, serviços e aparelhos associados a ele. Aliás, existe em nosso calendário o Dia do Telefone, comemorado em 10 de março! No Brasil, nas décadas de 1970 e 1980, o telefone analógico era o mais popular, mas precisávamos […]

Retrocedendo: as mídias e a cultura vintage – Parte 1

Retrocedendo: as mídias e a cultura vintage – Parte 1 8

Hoje, começamos um texto seriado que será publicado aqui, no Recorte Lírico, quinzenalmente (acompanhe a coluna “Há arte em toda parte” clicando aqui). O objetivo é resgatar meios de comunicação que atualmente são considerados fora de moda, mas que, em outras épocas, fizeram uma verdadeira revolução no que diz respeito à escrita e à leitura, […]

Wandinha: A herdeira da família Addams

Wandinha: A herdeira da família Addams 9

Em novembro de 2022, estreou a série Wandinha, spin-off de A família Addams. Escrita por Al Gough e Miles Millar, e dirigida por Tim Burton, a atração alcançou marcas impressionantes de audiência, em minutos assistidos (1,02 bilhão), garantindo o terceiro lugar no ranking, perdendo apenas para Stranger things (1,35 bilhão) e para Round 6 (1,65 […]

Representações da glocalidade no cinema brasileiro: Cidade de Deus

Representações da glocalidade no cinema brasileiro: Cidade de Deus 10

Fechando esta série sobre globalização e regionalismo em nosso cinema, vale a pena retomar o filme Cidade de Deus, de Fernando Meirelles. Lançado em 2002, o longa pôs em evidência uma comunidade carioca, apresentada como um microcosmo sistematizado e organizado hierarquicamente. A partir disso, todo o enredo investe na urbanidade, destacando temas como a violência, […]

Representações da glocalidade no cinema brasileiro: O auto da Compadecida

Representações da glocalidade no cinema brasileiro: O auto da Compadecida 11

Em 2000, O auto da compadecida surgiu no cinema (Fig. 1) como representação popular e crítica da realidade, centrada numa cidade pequena, do interior nordestino, cuja hierarquia era resumida em tipos, os quais, por sua vez, representavam a influência do coronelismo, ainda forte nas regiões Norte e Nordeste, da Igreja (ressalte-se o fato de a […]