Medo [Quarta Poética]
- Fugiste exatamente de quê?
Do repousar teus olhos sobre a minha boca?
Da proximidade entre os dois corpos?
Da confusão entre o pensar e o sentir?
Até hoje me choca
não a falta de amor,
mas o falsete do não
no ressoar do sim.

Do repousar teus olhos sobre a minha boca?
Da proximidade entre os dois corpos?
Da confusão entre o pensar e o sentir?
Até hoje me choca
não a falta de amor,
mas o falsete do não
no ressoar do sim.
Redação do Recorte Lírico. Contato por email: [email protected]
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Anúncio Rima pobre Rima rica Se não rima Menos Poesia A Poesia fica? Anúncio Anúncio
Anúncio Esta parede está cheia de infiltração Anúncio Deve ter absorvido O que vazou do meu coração Anúncio Anúncio
Anúncio Alma errante. Anúncio Encontrei miragens no deserto. Fui errado, fui certo. Anúncio Desisti, sumi. Joguei-me para fora do jogo. Anúncio Busco as cartas para voltar à superfície, a despeito da melancolia de ter de tomar a água inexistente nessas terras para sobreviver. Li num papiro as rotas dos antigos desbravadores. Quantos perderam-se nestas areias….

Anúncio Na flor do entardecer Anúncio espinhos nasceram e sangraram o dedo Anúncio da tua imaginação. Anúncio Leia outras poesias da #QuartaPoética clicando aqui. Anúncio
Anúncio Foram se perdendo na vivência Disseram o que convém Intimidade cheia de ausência “Eu te amo.” “Eu também.” Do desejo ao meu hálito Burocrático beijo virou hábito Anúncio Leia outros textos da Quarta Poética clicando aqui Anúncio

Anúncio Descarte – Milene Lunes Anúncio Não posso aceitar este amor cartesiano Anúncio de criança ressentida que tudo duvida Anúncio menos do próprio pensamento. Leia outros textos da #QuartaPoética clicando aqui. Anúncio

Anúncio Não era mais o tempo de dar frutos Quando o Senhor pediu maduros figos Para a figueira em folha e galhos brutos, E assim, então, tornaram-se inimigos. De praxe que o divino amaldiçoa – e isso já se vê desde os antigos – Aquele que ouve o Verbo e não entoa O canto que…

Anúncio “Ando pela minha beirada Tentando não ver nada Do que há em mim. Não me questiono. Ponho-me num trono. Mas em meu interior Há mais em que tropeçar Do que se eu fosse Lá fora caminhar.” Anúncio Leia outros textos da série #QuartaPoética clicando aqui. Anúncio
Anúncio A SENHA DA FRAQUEZA HUMANA Anúncio O carro forte passa E leva a força das pessoas Anúncio Anúncio