Moldura
“Minha alma bateu com força em meu corpo, pelo lado de dentro, moldando-o. O formato que ele tem é, então, o mais próximo que ela conseguiu chegar de você.”
“Minha alma bateu com força em meu corpo, pelo lado de dentro, moldando-o. O formato que ele tem é, então, o mais próximo que ela conseguiu chegar de você.”
Ninguém se importa com a cidade Falta cumplicidade Quem se importa ainda salva simplicidade Muita vaidade e a idade é acessório de maquiagem Por imagem, status, dinheiro e fama Reconhecimento que acaba quando Levantam da cama A cabeça doendo, a alma corrompida E eu vou desenvolvendo junto com a batida E falando em batida Mais…

Vi Vi e soube que estava ali apenas para que eu me deleitasse. Nem longe, Nem perto, À vista. Sem se importar Sem dar a mínima À parte # Vi Vi, e soube que estava ali apenas como uma oportunidade. Paralelo, Poético, Uma arte. Alheio à minha necessidade # Eu vi Vi, e percebi que…
Restos do ontem na carne de hoje Desejo que estende-se onde há saudade Carícias que jazem no vale Cavado pela tua potência produtora de paixão Confira outros textos poéticos no site clicando aqui.
Eu sou um estrangeiro em mim mesmo Quantas montanhas de aço já subi? Todas as abelhas me voaram Jorrei mel pelo o que desconheço de mim Mas é bom! Tudo agora é bom! Des-entendo-me e faço-me duplo Um para mim, outro para as incertezas Caminhos? Todos sozinho! Mas aprendi Aprendi que não há aprendizagem sem…

Na flor do entardecer espinhos nasceram e sangraram o dedo da tua imaginação. Leia outras poesias da #QuartaPoética clicando aqui.

“Ilustres desconhecidos da poesia brasileira”: Uma homenagem ao talento interrompido precocemente do escritor paranaense Cícero França.
O Impossível protege os meus pés De chegarem mais perto da minha conclusão, Que seria em vão, Não tivesse eu tirado os sapatos à entrada, Na minha Origem. Concluo-me quando não estou disponível a interpretações.
No disco “As várias caras de Drummond”, Belchior homenageia o Drummond, musicando 31 de seus poemas. “Em entrevista concedida ao Jornal do Brasil em julho de 1987, um Carlos Drummond de Andrade abatido e desesperançoso declarou acreditar que seria esquecido tão logo nos deixasse. Dezessete dias depois ele nos deixou. Mas, ao que tudo indica,…
Foram se perdendo na vivência Disseram o que convém Intimidade cheia de ausência “Eu te amo.” “Eu também.” Do desejo ao meu hálito Burocrático beijo virou hábito Leia outros textos da Quarta Poética clicando aqui