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Novidade Transmidiática em Algo Antigo, de Arnaldo Antunes

Como poeta, músico, artista plástico e performer, Arnaldo Antunes transita por várias artes, a fim de subverter a noção convencional de fronteira e promover cruzamentos que possibilitam inovações constantes. O escritor já assinou projetos multimidiáticos, lançados nos anos 1990, razão pela qual, hoje, a transmidialidade revela-se como uma opção natural. Embora os teóricos apresentem conceitos […]

A Conclamação no Filme RRR: Revolta, Rebelião e Revolução

RRR: Revolta, rebelião, revolução (IND, 2022), dirigido por S. S. Rajamouli, dá voz aos oprimidos e tenta mostrar que a superação é sempre uma possibilidade. No ano passado, o longa venceu nas seguintes categorias: Melhor Diretor (New York Film Critics Ciecle Award); Melhor Filme Estrangeiro (Critics’ Choice Award); Menção Honrosa (Satellite Award); e Melhor Canção […]

Van Gogh & Impressionistas: Vantagens e Desvantagens da Tecnologia Digital

No ano passado, foi lançada a exposição Van Gogh & impressionistas, que dava ênfase ao pintor holandês Vincent Willem Van Gogh (1853-1890). Projeções de imagens de quadros icônicos propiciavam ao público uma experiência imersiva de luzes e sons. No entanto, as pinceladas densas e aparentemente em desalinho não podiam ser percebidas da mesma maneira.  Relembrando […]

A Intertextualidade Musical em “Trilhas Sonoras de Amor Perdidas”, de Felipe Hirsch

Em “Trilhas sonoras de amor perdidas”, a música é elemento diegético, porque integra a narrativa criada pelo diretor, e autônomo, pois existe também fora do âmbito teatral. Nesse sentido, se analisadas isoladamente, as canções são hipotextos, mas, na intertextualidade, tornam-se componentes de um hipertexto. Além disso, essa espécie de adaptação – não de uma, mas […]

Trilhas Sonoras de Amor Perdidas: Uma Peça Musical de Felipe Hirsch

“Trilhas sonoras de amor perdidas”, de Felipe Hirsch e da Sutil Companhia de Teatro, estreou em 2011, no Festival de Teatro de Curitiba, como segunda parte da trilogia Som & fúria.  Com Natalia Lage e Guilherme Weber, o espetáculo, com mais de três horas, mistura ações e diálogos com sucessos musicais, a maioria deles tocada […]

Barbieland: Qual Delas Você Quer Ser?

“Explorando o Barbieland: De Estereótipo a Símbolo de Diversidade e Empoderamento Feminino” Em 2023, estreou o filme Barbie, de Greta Gerwig, com Margot Robbie (Barbie) e Ryan Gosling (Ken). Para os acusadores, Barbie representa futilidade e a imagem da beldade é considerada antifeminista e racista. Felizmente, o tipo físico de Barbie não prevalece hoje, quando […]

Sigrid Renaux: Ecocrítica e os Ecos do Mundo

Para tentar alcançar o objetivo da consciência ecológica, as artes desempenham um papel fundamental. Em razão disso, variando o grau de intensidade, muitos poemas de Sigrid Renaux vão além do protagonismo botânico e promovem a união da fauna e da flora, ainda sem destacar o humano: “asas-pétalas / brancas negras / a mariposa revela suas […]

Poesia Ecológica e Resistência

Nos haicais de Sigrid Renaux, plantas e pássaros assumem o protagonismo, para inverter a pirâmide que costuma consolidar a supremacia do homem sobre os demais seres. Isso, por sua vez, relaciona-se ao conceito de que “[…] o ambiente, muitas vezes imaginado como espaço inerte, vazio ou como recurso para uso humano, é, de fato, um […]

Super-Heróis da Vida Real

(Com a colaboração de Leonir Kobs) No dia 11/09/2001, uma tragédia surpreendeu o mundo. No Brasil, os jornais informaram que um avião tinha se chocado contra as torres gêmeas do World Trade Center, em Manhattan, Nova Iorque. Quase 3 mil pessoas morreram, vítimas do terrorismo. Vinte anos depois, a ameaça continua: Os programas de vigilância […]

Literatura e Ecocrítica: Nós Somos Todas as Flores

Agora, chove dentro de mim, em minhas folhas se demoram gotas, suspensas entre um e outro Sol. Em mim pousam cantos e sombras e eu não sei se são aves ou palavras. (COUTO, 2014, p. 14) Privilegiando as plantas, a poeta Sigrid Renaux contribui para que “[…] ambientes sociais e naturais sejam reconhecidos como inseparáveis” […]